terça-feira, 15 de dezembro de 2009

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

vídeo sobre compostagem


Novidade! Já está disponível o vídeo sobre compostagem doméstica. Confira em:




sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Brotos Comestíveis




Publicamos no Youtube um vídeo sobre a produção caseira de brotos comestíveis.
Confira em:
http://www.youtube.com/watch?v=0zhm6vN0PuI




quarta-feira, 5 de agosto de 2009




Sacolinhas, parte II - Sacolinha é um saquinho?

Voltando ao tema sacolinhas, uma menção é necessária. Tornar obrigatórias as embalagens biodegradáveis pode ser uma medida interessante, mas não é primordial. O importante é a mudança de mentalidade!
O Ministério do Meio Ambiente lançou uma campanha com este intuito. O moto é simples, obvio e ótimo:

Saco é um saco!

Mas porque a mudança de mentalidade é o canal? Porque hoje a qualidade de uma loja ou produto está vinculada à qualidade de sua embalagem. Quanto melhor a loja mais elaborada e custosa é sua embalagem. Nessa noção, um supermercado que não fornecesse sacolas teria baixa qualidade, ou baixo atendimento ao cliente. Se cobrasse pelas sacolas, seria explorador e mesquinho.
Percebendo que o excesso de sacolas e embalagens é danoso, a economia desses recurso passa a ser vista pelo cliente como desejável e inteligente. O estabelecimento que racionaliza a embalagem, então, passa a ser visto com atualizado e consciente.

Mas saco é um saco?

De acordo com o próprio MMA, as sacolas plásticas de supermercado correspondem à unica opção das populações de baixa renda para encaminhamento do lixo. Estas pessoas não têm condições de comprar sacos apropriados, que são carérrimos.
Por este motivo, a eliminação das sacolas plásticas precisa ser pensada e gradual, considerando-se sempre a condição da população local, o impacto que a sacola causa ou que a falta dela causará. Medidas públicas precisam ser implementadas por etapas, comendo pelas beiradas para não queimar a língua:

Melhorar a qualidade das sacolas, evitando vazamento e possibilitando vários reusos;
Tornar obrigatória a sacola biodegradavel (já se sabe que elas não são tãooooo biodegradaveis assim, mas não causam tanto transtorno.)
Finalmente, cobrar o preço de custo da sacola, que é baixíssimo. Para estas populações de baixa renda o custo seria acessível mas estimularia a economia no uso.

Até a próxima, onde citarei alguns "causos de sucesso" que já vi por aqui, no campo da embalagem e da sacola de plastico.

Saiba mais:
http://blog.mma.gov.br/sacolasplasticas/a-campanha/

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Sacolinhas - parte 1

Quando visitei a Itália em 1999 passei por um mini-aperto. Fui ao supermercado e – surpresa – eles simplesmente não forneciam sacolinhas de plástico gratuitas. (!!!) Felizmente, por 500 liras (o equivalente, na época, a uns 50 centavos de real), na boca do caixa, era possível adquirir uma sacola grande e feita de um plástico mais resistente, e, possivelmente, reutilizável diversas vezes.

Aí lembrei que tinha visto uma porção de senhoras puxando carrinhos que pareciam malas leves. O básico carrinho de feira. Na época, ainda não conhecia as tote bags (ou eco bags) que hoje fazem nossa felicidade.

Acontece que a Itália me promoveu um choque de realidade capitalista. Brasileira visitando o velho mundo pela primeira vez,eu tinha certas expectativas. Todas consumistas. Não sei exatamente o que esperava, uma Miami menos brega? Acontece que na Itália as lojas encerram cedo, fecham para o almoço e, exceto as que são direcionadas ao turismo, simplesmente não funcionam em agosto. Elas também não têm tanto material promocional, embalagens complexas ou grandes fachadas. Nas cidades históricas só é permitido à loja uma pequena plaquinha. Mas como??? Se ele têm dinheiro, indicadores sociais muitos mais altos do que os nossos e algumas das marcas mais elegantes do mundo? É que o consumo é parte da vida, mas não é determinante na existência dos cidadãos.

Mas voltando à sacolinha. Hoje, uma década depois, existe um projeto de lei tramitando no congresso brasileiro que regulamenta o uso das famigeradas.O projeto, proposto pelo deputado Flávio Bezerra do PMDB/CE propõe que seja utilizado o plástico oxi-biodegradável, que leva 18 meses para se decompor, em oposição ao plástico comum, que pode levar até 400 anos para sumir das nossas vistas.

É uma proposta interessante, certamente. Mas não seria uma atitude mais construtiva (ou, no caso, econômica) trabalhar, por meio de campanhas, o conceito das sacolas reutilizáveis? Dificultar, mesmo, o uso de embalagens de todo tipo, tornando-as não-gratuitas em todo o comércio?

Deixo aqui as questões para um segundo post.

PS. Onde estão os sacos de papel pardo e grosso no estilo COBAL? Foram extintos com a dita cuja na era Collor?

Saiba mais:

http://www.conpet.gov.br/noticias/noticia.php?segmento=&id_noticia=1136

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Sistemas Sustentáveis da Casa Autônoma

Recentemente publiquei na internet um trabalho escrito a poucos anos que descreve os sistemas sustentáveis implantados no Projeto Casa Autônoma. Confira em:
http://issuu.com/viggiano/docs/casaautonoma1

domingo, 25 de janeiro de 2009

Obeliscão da discórdia

Sou contra a construção do Obelisco na Praça Central da Esplanada dos Ministérios em Brasília. Sou contra não só porque o projeto é inócuo mas, principalmente, porque fere o conceito original do Mestre Lucio Costa que venceu o concurso Internacional para a Nova Capital. A esplanada não é de Niemeyer. É nossa, patrimônio da humanidade.

Opinião dos professores:

Sylvia Ficher
http://mdc.arq.br/2009/01/12/oscar-niemeyer-e-brasilia-criador-versus-criatura/

Frederico Holanda
http://mdc.arq.br/2009/01/20/a-praca-do-espanto/

Carlos Magalhães
http://mdc.arq.br/2009/01/20/pela-soberania-do-vazio/#_ftnref8

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Curso de Geobiologia no TIBÁ


TIBÁ http://www.tibarose.com/
CURSO DE GEOBIOLOGIA: 15 a 18 de janeiro de 2009.
A Geobiologia, conhecida também como Biologia da Construção, aborda a criação de espaços saudáveis,tanto para os habitantes do espaço como também para o entorno onde esse espaço esta inserido,propiciando a geração e a manutenção de uma vida saudável e sustentável.
Este curso provê aosprofissionais ambientais e da saúde (arquitetos, engenheiros civis e ambientais, biólogos e médicos,dentre outros) ferramentas práticas e profissionais para conceituar, detectar e transformaredifícios enfermos em Casas Saudáveis.

Ano novo - Novas idéias

Olá, estou de volta postando as novidades após as merecidas férias.